Siga o DikaJob

YouTube    -    Instagram    -    LinkedIn    -    Telegram    -    Facebook

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Bom dia!

Talvez este vídeo (abaixo) venha como início de uma discussão, acreditava-se que especialmente na América Latina, os custos com visitação médica vinham sendo pressionados pela inflação, conforme estudo da McKinsey.

Hoje pela questão da crise e diminuição de acesso à classe médica, e vários laboratórios buscando a visitação online, pairam algumas perguntas:

  • Como ficará o mercado após a crise e a quarentena?
  • Médicos estarão mais abertos a visitação à distância?
  • Propagandista perderá espaço para outros canais após a Crise?

Veja o breve vídeo e deixe seu ponto de vista e sua opinião?

Vídeo publicado no site do Valor Econômico em 24/08/2016

VEJA TAMBÉM VIDEOS RELACIONADOS AO TEMA



Veja o post original de 2016: 

http://dikajob.com.br/profiles/blogs/propagandista-perde-espaco-par...

Abraço a todos,

Joni Mengaldo

Exibições: 3045

Responder esta

Respostas a este tópico

Iniciei na indústria em 1978, e naquele ano, já se falava sobre a extinção desse profissional.
Hoje, aposentado, depois de 40 anos na área, continuo ouvindo os mesmos comentários !
Eu fico muito feliz em ler comentários como o seu, Alberto. Sou Neófito, buscando minha vaga na IF, e o que vejo muitos profissionais da industria dizerem é: a visitação pessoal não vai acabar, diminuir talvez, afinal o COVID-19 trouxe consigo a tendência (até então evitável e nem tanto utilizada) da visita virtual.
Também acho que ao invés de 4 visitas mensais, por exemplo, serão duas pessoais e 2 através de contato virtual.
Obrigado por compartilhar sua opinião, fico com ela.

Bom dia Alberto e Mário

Comecei este fórum, pois tenho visto muitos comentários e inclusive ontem escrevi um artigo que vou postar na próxima segunda, próximo a este tópico.

E acho interessante que possamos discutir e abrir espaço para o que vem a frente...

Não tenho dúvida que a profissão NÃO acabará, mas como ela será? Quais competências? Como os médicos estão vendo todo o movimento da Indústria?

Olá. Estou na indústria farmacêutica há 31 anos. Claro que as ferramentas de mídia, inovações tecnológicas na área de comunicado, tudo isso tem contribuído pra melhorar o contato entre a indústria e o médico sempre levadas pelo representante, pelo consultor, seja o nome que derem para a função do propagandista, mas nunca substituirá o contato, a conversa olho o olho, porque o que vende mesmo na nossa área, além das características e benefíicos dos produtos, é a prestação de serviço e RELACIONAMENTO, e ninguém faz relacionamento por áudio, video, ou outra coisa a não ser o contato presencial. Pra quem está começando, fique tranquilo porque a nossa função, caixeiro viajante, vai continuar por muito e muito tempo. Abraço a todos os colegas da área.
Boa tarde. Atualmente, vejo as tecnologias disponíveis como complementares às visitas realizadas pelos representantes. Precisamos porém entender o comportamento de uma geração que hoje tem 12-15 anos e já utiliza ferramentas de vídeo para se conectar aos amigos e estão cada vez mais utilizando o meio digital como alternativas ao convívio social. O contato presencial entre os jovens de hoje é, sem dúvida, muito menor do que tínhamos na nossa adolescência, portanto, projetar como essa tendência afetará o nosso ramo em 10 anos é fundamental para que estejamos preparados para continuar a prestar os serviços de levar informações de qualidade e precisão (importantíssimas em um mundo onde as Fake News são disseminadas de forma crescente) aos profissionais de saúde. Bom tema para uma discussão!

A ta, advogando em causa própria, inovação, áreas remotas, manter a performance etc. A mídia com o contato físico é unica forma de relacionamento abrangente, empático e sobre tudo diferencial de outros mercados. Nas áreas remotas não ha mercado.

Olá.
Acho que são complementares, devem caminhar juntos. Muitas peculiaridades estão envolvidas, como amostras, feedbacks de utilização, relacionamento interpessoal... se temos várias marcas para a mesma substância, o que fará a diferença? Creio que o laboratório que optar pela visita virtual vai se arrepender e voltar atrás, porque o que insistir na presencial terá uma alavancagem substancial nas vendas exatamente devido ao fato de nada substituir o relacionamento interpessoal ...

Acho muito dificil isso acontecer, pois cada vez mais as empresas de pesquisa estão investindo nos profissionais propagandistas de maneira maciça, onde as visitas tornam-se cada vez mais técnicas na mesma medida que os produtos também se tornam. Produtos voltados a doenças raras, oncologia e doenças mais especificas, requer profissionais altamente preparados. Por outro lado, algumas empresas que trabalham apenas com "cópias" (genéricos e similares) vão perder algum espaço. Outro fator preponderante é a "invenção" da visita virtual, mais que colocada em prática e com uma clara aversão por parte de médicos e profissionais da saúde. Fica claro o quanto estes profissionais não gostam deste tipo de abordagem, principalmente se for mais técnica. Portanto, cabe sim muito espaço ainda ao Propagandista, principalmente o Propagandista Consultor.

A visita remota pode ser complementar a visita física do Representante. Ou seja, médicos não visitados diretamente pelo Representante podem ser contatados por via remota. Nada ainda foi criado que substitua a visita física do Representante. Ou alguém pode me provar que grande parte do receituário médico é influenciado pelo relacionamento e pelo nível de serviço que o Representante oferece em cada visita?

Responder à discussão

RSS

© 2021   Criado por Joni Mengaldo.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço