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Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Bom dia!

Talvez este vídeo (abaixo) venha como início de uma discussão, acreditava-se que especialmente na América Latina, os custos com visitação médica vinham sendo pressionados pela inflação, conforme estudo da McKinsey.

Hoje pela questão da crise e diminuição de acesso à classe médica, e vários laboratórios buscando a visitação online, pairam algumas perguntas:

  • Como ficará o mercado após a crise e a quarentena?
  • Médicos estarão mais abertos a visitação à distância?
  • Propagandista perderá espaço para outros canais após a Crise?

Veja o breve vídeo e deixe seu ponto de vista e sua opinião?

Vídeo publicado no site do Valor Econômico em 24/08/2016

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Veja o post original de 2016: 

http://dikajob.com.br/profiles/blogs/propagandista-perde-espaco-par...

Abraço a todos,

Joni Mengaldo

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Respostas a este tópico

Tenho mais de 15 anos de representação em vendas, e acredito que temos que analisar a tecnologia como aliada e agregadora de valores ao nosso dia a dia. Penso que a visitação pessoal, o olho no olho, a presença física e muito importante. O calor humano, o contato pessoal, jamais serão substituídos, podemos trabalhar conjuntamente para melhoria constante na qualidade do nosso trabalho. 

A visitação pessoal nunca vai deixar de existir.      

Demissões agora n Sanofi.
Fecharam 2 linhas
140 reps
3 nacionais
8 gds

Espero realmente que este posto não seja enfraquecido. Sou um profissional com 25 anos de experiencia na área de vendas e desejo uma transição para a IF.

Eu acredito que teremos um modelo híbrido, as centros mais afastados deverão ser mais impacados pelo digital, assim como, para os médicos mais digitais nos grande centros. Entretanto, a IF tera que ter muito conteúdo que não poderá vicar mIs que 15 dias no ar, ou seja, não adianta ser digital com conteúdo físico.
Uma coisa é a FV levar o mesmo plano tático de marketing face to face por 3 ou 4 ciclos a outra é, não oferecer impacto no digital com mensagens e conteúdo repetido.

Por outro lado, ví um estudo de uma respeitada empresa de consultoria global aponta um scenario diferente, muito diferente. Mostrou que no o comportamento, no início a pandemia, era que mais de 65% dos médicos não queriam receber nossa FV, agora ( me prece natural), entretanto, 8 meses pós pós início da pandemia, uma nova pesquisa mostrou que, 85% do painel médico entrevistado quer receber a FV, porém mais preparada e com mais conteúdo também, mais querem sim o modelo presencial.
Oops " Impactados e não Impacados.
Ne perdoe a MacKinsey, mas um estudo com 250 médicos sem mostrar qual perfil de médicos foi incluído no estudo já fica a dúvida sobre a tendência das respostas. Talvez para os médicos da geração Y isso seja bem coerente. Mesmo assim, isso é igual pesquisa eleitoral. Estudo, seja ele qual for, você coloca o viés que quiser. É só selecionar o perfil de entrevistados conforme o tipo de resposta que se pretende obter. 250, uma amostragem muito pequena para definir uma tendência.
As plataformas virtuais de visitação surgiram como uma solução durante essa quarentena à qual fomos submetidos. Cheguei a lançar mão dela no início, e as respostas e adesão dos médicos foram razoáveis. Entretanto, passando-se 2 meses, com raríssimas exceções, nenhum médico queria aceitar mais esse tipo de contato. Afinal os mesmos estavam sobrecarregados e muito ocupados com a telemedicina. Is que voltaram aos consultórios acabaram criando uma segunda jornada em casa atendendo pacientes pela telemedicina. O médico não tem mais tempo para esse tipo de contato. Muitos eventos on line foram criados e agora os médicos também estão rejeitando esse modelo.
Penso que o modelo digital chegou para ficar, mas não para substituir o contato presencial. Muitas mudanças ainda vamos ver num curto espaço de tempo, adequações do tamanho da força de vendas, de dimensionamento de territórios, etc. Mas substituir o contato presencial por um contato remoto ou simplesmente eletrônico será um tiro no pé muito grande. Afinal, o poder de convencimento no corpo a corpo é infinitamente maior. O que vocês fazem ao assistir uma propaganda na TV ou ouvir no rádio? Muita gente troca o canal. Ender um conceito, uma ideia e os benefícios dessa ideia para o cliente sem interagir com o mesmo é meio complicado.
Ainda não vai ser dessa vez que a máquina vai substituir o homem.

Duvido muito desta estatística.

Não acredito que a forma digital vai substituir a visita presencial na proporção indicada por este "duvidoso estudo"

A muito tempo vejo diversas "consultorias" procurando uma forma diferente para conseguir vender uma ideia para aumentar a lucratividade das empresas oferecendo serviços mirabolantes e que, infelizmente, sempre utilizam a força de vendas como principal bode expiatório.

A cada plano piloto mais empregos deixam de existir e assim que a realidade vem à tona o estrago já foi computado na vida daqueles que tiveram o azar de estar no local errado na hora errada.  

Quanto ao tema iniciado, 

Não acredito que esta noticia vai vingar

Este filme talvez, poucas pessoas hoje lembram, uma empresa fez da mesma forma. Em quatro meses teve que voltar atraz.

Qdo vce comprar qualquer objeto, via internet e se, uma pessoa ao vivo venderia da mesma forma

Voce acha uma mulher ou homem bonito na foto, e se  presencial , seria a mesma coisa.

São algumas situações, pare e pense.

Então eu fico com o propagandista presencial.

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