Alzheimer

Fármaco que está sendo analisado pela agência reguladora norte-americana pode ser o primeiro a frear avanço da doença. Caso seja aprovado, chegada ao Brasil pode se dar em 2022

No próximo mês, um medicamento que pode ser o primeiro capaz de retardar a progressão da doença de Alzheimer será avaliado pela Food and Drug Administration (FDA), agência que regula os medicamentos nos EUA. Em caso de aprovação, o aducanumabe, das farmacêuticas Biogen e Eisai, abrirá uma nova era a 35 milhões de pessoas já identificadas com a enfermidade. Só no Brasil, o Ministério da Saúde estima a existência de 1,2 milhão de casos, muitos sem diagnóstico. Para conscientizar a população, Alzheimer, lúpus e fibromialgia são doenças lembradas pela campanha Fevereiro Roxo.

A última aprovação de um tratamento contra Alzheimer ocorreu em 2003, quando foi lançada a memantina, que alivia os sintomas nas fases moderada e grave. Desde então, mais de 240 moléculas diferentes foram testadas e consideradas sem eficácia. Hoje, as quatro medicações disponíveis ajudam apenas no controle dos sintomas e reduzem a velocidade de sua progressão, mas são ineficazes nos casos avançados.

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