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Vacina de Oxford terá revisão acelerada no Reino Unido

O Globo 

A AstraZeneca afirmou neste domingo (1) que o órgão regulador de saúde da Grã-Bretanha iniciou uma revisão acelerada da vacina contra o coronavírus que o laboratório desenvolve em parceria com a Universidade de Oxford.

“Confirmamos a revisão contínua da Agência Reguladora de Produtos de Saúde e Medicamentos (MHRA, na sigla em inglês) de nossa potencial vacina para Covid-19”, disse um porta-voz da empresa.

Adotando um processo contínuo de revisão, os reguladores podem ver os dados clínicos à medidaem que eles vão surgindo, e não precisam esperar a conclusão do estudo inteiro para entrar com pedido de registro. O trâmite em tempo real permite à agência reguladora dialogar com os fabricantes de medicamentos sobre os processos de fabricação e testes para acelerar o processo de aprovação.

A abordagem foi projetada para acelerar as avaliações de medicamentos ou vacinas promissoras durante uma emergência de saúde pública.

A agência de noticias Bloomberg relatou na sexta-feira (29) que a MHRA também havia iniciado uma revisão acelerada para a vacina candidata da Pfizer contra a Covid.

A farmacêutica britânica disse na segunda-feira que seu imunizante experimental produz resposta imunológica em adultos jovens e idosos. A vacina também desencadeia respostas adversas mais baixas entre os idosos.

O trabalho com a vacina Oxford começou em janeiro. Identificada pelos códigos AZD1222 ou ChAdOx1 nCoV-19, a vacina de vetor viral é feita a partir de uma versão enfraquecida de um vírus do resfriado comum que causa infecções em chimpanzés.

AstraZeneca e Pfizer estão no pelotão que lidera a corrida para desenvolver uma vacina contra o nov coronavírus. Ele também inclui a Johnson & Johnson e a Moderna. Suas vacinas candidatas estão em estágio final de testes, com expectativa de divulgarem resultados parciais nas próximas semanas.

Anvisa também acelerou revisão

No Brasil, onde fica um dos principais braços do teste clínico da vacina de Oxford, a Anvisa já havia concedido um processo de revisão acelerado, similar ao que o governo britânico concedeu agora. O trâmite acelerado no Reino Unido, no entanto, é um incentivo importante para assegurar a distribuição mais rápida do produto quando ele estiver aprovado.

A chefe da Força-Tarefa de Vacinas do Reino Unido, Kate Bingham, afirmou na quinta-feira à BBC que uma vacina pode começar ser disponibilizada para algumas pessoas antes do Natal no país. O mais provável, porém, é o lançamento restrito de um produto no início de 2021.

Os resultados mais recentes divulgados sobre a vacina de Oxford são os da fase 2, que avalia resposta imune. Na semana passada, a universidade afirmou que o produto estimulou criação "robusta" de anticorpos em idosos, que integram o principal grupo de risco da doença.

No Brasil, os testes da vacina de Oxford são coordenados pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), com apoio dos laboratórios Fleury. A infraestrutura médica e de equipamentos é financiada pela Fundação Lemann. No Rio, o estudo está a cargo do Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino (Idor) e da Rede D'Or.

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