Samuel Allard/Divulgação

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Nesta segunda-feira, o Brasil ganha o primeiro laboratório de bioengenharia de tecidos. A unidade, no Rio, vai disponibilizar pele reconstruída para testes em produtos.

A inauguração acontecerá às 14h no Centro de Pesquisa e Inovação, no campus do Fundão da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É a terceira a entrar em ação no mundo, que, além da unidade no Brasil, conta com laboratórios na França e na China.

A implementação do modelo de pele reconstruída no país começou em 2016, mas o laboratório do Fundão traz uma vantagem ao processo.

“A diferença é que agora este modelo está disponível para as comunidades científicas brasileiras e latino-americanas e para quaisquer empresas interessadas, a fim de estimular o uso de métodos alternativos”, destacou Rodrigo De Vecchi, diretor-presidente da Episkin Brasi.

Os modelos da Episkin são os únicos validados e recomendados pela Organização para a Cooperação do desenvolvimento Econômico.

Funcionamento

Restos de cirurgias plásticas funcionam como 'matéria-prima'. Cedido com a autorização do paciente, o descarte vai para o laboratório, onde se extraem os queratinócitos.

Essas células específicas são cultivadas em placas de cultura e, após 17 dias em contato com o ar, se proliferam, formando múltiplas camadas.

“Nossa tecnologia reage a diferentes estímulos, como a agentes químicos, luz e estresse, liberando fatores específicos que refletem o potencial toxicológico e corrosivo de novos compostos químicos”, complementou De Vecchi.

Por: Diario de Pernambuco

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