Crise sem dor

9849486094?profile=original

No ano penoso que foi 2016, o mercado de analgésicos cresceu 14,3%. Na Pfizer, o produto que leva a sua marca teve desempenho ainda melhor: alta de 35% das vendas.

Uma das razões do aumento foi a expansão no Norte e no Nordeste.

O medicamento já estava em farmácias das regiões, mas sem destaque nas gôndolas, afirma Camilo Tedde, que dirige no país a Pfizer Consumer Healthcare, divisão de produtos isentos de prescrição.


“As vendas cresceram porque a disponibilidade do item subiu, houve expansão das redes de varejo e melhor distribuição.”

O multivitamínico, por sua vez, cresceu menos neste ano, 5,77% —acima da alta do segmento, de 4,8%.

“Produtos ligados à prevenção cresceram menos que os de tratamento, ou subiram perto da inflação. Compras de remédios para dor não são adiadas como as outras”, diz.

“Mas há ainda muito por fazer. Na Colômbia, a penetração de multivitamínicos na população é de 38%, nos Estados Unidos, de 55%, e no Brasil, só 14%.”

Folha De S.Paulo - 2 Jan 2017

Enviar-me um e-mail quando as pessoas deixarem os seus comentários –

DikaJob de

Para adicionar comentários, você deve ser membro de DikaJob.

Join DikaJob

Faça seu post no DikaJob