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A Erasca anunciou uma colaboração clínica e acordo de fornecimento com a Merck para avaliar uma terapia combinada em pacientes com tumores sólidos com mutação RAS, de acordo com um comunicado à imprensa.

O acordo apoia o estudo AURORAS-1, que avaliará o ERAS-0015 — uma "cola molecular" pan-RAS investigacional da Erasca — em combinação com o pembrolizumabe da Merck, uma terapia anti-PD-1 comercializada como Keytruda. A Erasca patrocina o estudo, enquanto a Merck fornecerá o pembrolizumabe sem custo.

Aproximadamente 2,7 milhões de pacientes em todo o mundo são diagnosticados anualmente com tumores com mutação RAS. Segundo a empresa, as mutações RAS ativam a via RAS/MAPK e promovem um ambiente imunossupressor.

O ERAS-0015 é uma "cola molecular" pan-RAS oral e investigacional, desenvolvida para inibir a sinalização RAS. O medicamento está sendo avaliado atualmente no ensaio clínico de Fase 1 AURORAS-1 em pacientes com tumores sólidos com mutação RAS.

Dados preliminares de escalonamento de dose do AURORAS-1 demonstraram resultados de segurança e tolerabilidade, além de respostas parciais confirmadas e não confirmadas em múltiplos pacientes com diferentes tipos de tumores e diversas mutações RAS. A empresa relatou respostas em doses tão baixas quanto 8 mg uma vez ao dia.

Os investidores reagiram com entusiasmo ao progresso clínico, com as ações registrando retorno de 628% no último ano e sendo negociadas a US$ 10,12, com capitalização de mercado de US$ 3,15 bilhões. Uma dica do InvestingPro aponta que a empresa não é lucrativa nos últimos doze meses, o que é típico de empresas de biotecnologia em estágio clínico focadas no desenvolvimento de medicamentos.

 

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