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Foto: Pharlab

 

A farmacêutica mineira Pharlab, com 25 anos de operações, inicia uma nova etapa em sua trajetória após 13 anos com o Grupo Servier, da França. A companhia foi adquirida por um grupo de empreendedores liderados por Nelson Libbos, empresário com sólida atuação nos segmentos de agronegócio e energia.

A transação marca o começo de um ciclo de expansão que prevê diversificação de áreas terapêuticas e fortalecimento da presença da empresa no mercado brasileiro. Reconhecida pela produção de medicamentos genéricos e similares, a Pharlab agora passa a se chamar Merrell Lepetit, mantendo a marca Pharlab para a divisão de genéricos.

O movimento acompanha a estratégia global do Grupo Servier, que decidiu concentrar esforços em oncologia e especialidades, desinvestindo em operações como a Swipha (Nigéria) e a Biogaran (França).

Segundo o CEO Eduardo Martins, que esteve à frente da integração da Pharlab ao grupo francês, a empresa cresceu dez vezes em tamanho nesse período, consolidando uma plataforma industrial robusta. “As conversações com os empreendedores começaram há dois anos e rapidamente tivemos um casamento de aspirações”, afirmou.

 

Nova Governança

Com a aquisição, Nelson Libbos assume a presidência do Conselho de Administração. O executivo acumula mais de 50 anos de experiência na indústria farmacêutica, com passagens por laboratórios como BMS, Aventis, Teva e Cellera. Luiz Eduardo Violland, consultor com trânsito no setor, será responsável pelas relações institucionais e com os canais de distribuição.

Libbos destacou que a nova fase permitirá acelerar projetos de P&D e ampliar a presença em novas áreas terapêuticas, além de expandir para dermocosméticos. A governança prevê a manutenção da atual estrutura de diretorias e a criação de três unidades de negócios: Pharlab (genéricos), Lepetit (prescrição) e Merrell (OTC e beleza).

 

Expansão e Inovação

O plano de crescimento inclui a criação de 180 novos postos de trabalho nos próximos dois anos, fortalecendo o parque industrial de Lagoa da Prata (MG), com capacidade para produzir até 12 milhões de unidades por mês.

A empresa também projeta conexões com mercados maduros da Ásia e Europa, trazendo ao Brasil medicamentos de inovação incremental e radical. Além disso, pretende investir em parcerias com o poder público para atender doenças negligenciadas.

Eduardo Martins reforçou que a nova etapa permitirá ampliar a presença junto às redes de farmácias, varejistas independentes, distribuidores e hospitais, mantendo a qualidade e as relações que caracterizaram a Pharlab.

 

Fonte: Pharlab

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