Vivemos um momento histórico no mercado de trabalho. De um lado, a Geração Z, que até 2030 representará 58% da força laboral mundial, chega com velocidade, inovação e domínio tecnológico. Do outro, os profissionais 50+, que carregam repertório prático, profundidade analítica e experiência consolidada, mas que também enfrentam o desafio da recolocação e da reinvenção.
Como observadores e participantes desse cenário, percebemos que o chamado “choque de gerações” não é apena